Estimativa é que comércio contrate 15 mil temporários neste fim de ano em MS

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no print
Print
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email
Compartilhar no print

Com o comércio aquecido, a expectativa do setor é abrir 15 mil novas vagas temporárias em Mato Grosso do Sul, e as contratações para reforçar os atendimentos aos consumidores durante o fim de ano já começaram ainda em novembro.

Os dados vêm de análise da Fetracom/MS (Federação dos Trabalhadores no Comércio e Serviços de Mato Grosso do Sul), que estima a contratação em torno de 15 mil profissionais para o comércio da Capital e dos demais 78 municípios do Estado.

“Estamos otimistas com a recuperação da economia local. Temos testemunhado incontáveis contratações para reforçar as vendas e serviços nos municípios de Mato Grosso do Sul”, afirma Douglas Gonçalves Silgueiro, presidente da Fetracom/MS.

Só em Campo Grande, as estimativas são de contratação em torno de 5 mil trabalhadores, no mínimo, podendo chegar até a 6 mil ou mais. O número é endossado também pelo Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande e até pela classe patronal, informa Douglas.

“Estamos saindo de um ano muito difícil para o comércio e, consequentemente, para os trabalhadores. Mas com o andamento significativo da vacina no Estado, o mercado tem conseguido fôlego e com a demanda reprimida é possível abrir até mesmo novas lojas, aumentando as vagas para os trabalhadores sul-mato-grossenses”, afirma o presidente.

Silgueiro acredita ainda que muitos desses funcionários temporários acabarão sendo efetivados no quadro de funcionários do comércio e serviços, por conta da recuperação da economia nesses últimos meses em que o país ampliou o quadro de vacinados contra a Covid-19 e as coisas passaram então a voltar à normalidade.

“Nossa expectativa é grande para o próximo ano e acreditamos que logo as coisas vão ser normalizadas. Não é tempo de pessimismo, já passamos por períodos muito difíceis e agora é hora de recuperar”, pontua Douglas.