Comércio de MS teve maior queda nas vendas em todo o país, diz IBGE

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Mato Grosso do Sul apresentou a maior queda nas vendas do comércio no mês de setembro, segundo a PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (11). De agosto para setembro, o recuo foi de 3,9%.

Apenas duas das 27 unidades da Federação tiveram alta, ainda que tímidas: Acre (0,4%) e Mato Grosso (0,2%). Considerando todo o País, a queda também foi de 3,9%.

No comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, veículos e materiais de construção, o volume de vendas caiu 4,7% no Estado.

“Depois da grande queda de abril do ano passado, início da pandemia, veio uma recuperação muito rápida, que levou ao patamar recorde de outubro e novembro de 2020. Depois tivemos um primeiro rebatimento com uma nova queda forte em dezembro e dois meses variando muito próximo do mesmo nível pré-pandemia até março, mês a partir do qual houve nova trajetória de recuperação. Desde fevereiro de 2020, o setor vive muita volatilidade”, analisa o gerente da PMC, Cristiano Santos.

Na série com ajuste sazonal, na passagem de agosto para setembro de 2021, entre os oito setores investigados pela Pesquisa Mensal do Comércio para o comércio varejista e os dez do comércio varejista ampliado, houve predominância de taxas negativas, atingindo seis das oito atividades pesquisadas: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-3,6%), móveis e eletrodomésticos (-3,5%), combustíveis e lubrificantes (-2,6%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,2%), hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,5%) e tecidos, vestuário e calçados (-1,1%).

Por outro lado, duas atividades apresentaram estabilidade: livros, jornais, revistas e papelaria (0,0%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,1%).

No comércio varejista ampliado, a atividade de veículos, motos, partes e peças registrou queda de 1,7% entre agosto e setembro, enquanto material de construção caiu 1,1%, ambos, respectivamente, após variação de 0,3% e queda de 1,2% registrados em agosto.