Construção da Rota Bioceânica mudará patamar de competitividade de MS

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Em coletiva de imprensa desta quarta-feira (27), o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, afirmou que a Rota Bioceânica colocará o Estado em um novo patamar de competitividade logística no mercado.

“Quando a rota for concluída ela mudará de patamar a competitividade e logística do Mato Grosso do Sul, nós vamos ter muito mais capacidade de gerar riqueza com custo menor”, explica.

Para o representante estatal, os produtos de Mato Grosso do Sul chegarão aos mercados via oceano pacífico e serão mais competitivos dentro do mercado.

Em agenda sobre o tema, Azambuja estará, nesta semana, em São Paulo, para discutir sobre a Rota.

“Eu estou viajando a São Paulo porque eles querem conversar sobre a realidade da Rota, a programação da Rota, o início da ponte, a conclusão das obras”, disse.

Segundo o governador, ele deve levar uma apresentação para discutir com alguns grupos empresariais, bem como com o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, mostrando a eles o cronograma e situação atual dos trabalhos de desenvolvimento da Rota Bioceânica.

“Com certeza vai ser um grande eh canal de escoamento das riquezas, tanto do Mato Grosso do Sul, quanto do Centro-Oeste e do Brasil, também porque nós teremos muitas cargas que poderão ser acessadas via Rota Bioceânica”, finaliza.

Saiba

Sobre o diálogo com equipes de São Paulo, Azambuja ainda destaca que, atualmente, há uma boa integração entre as forças de segurança pública dos dois estados.  

Entre os trabalhos frutos dessa colaboração está a Operação Ágata. Por fim, ainda foi anunciado pelo governador de MS que ainda será realizado mais um trabalho conjunto, entre São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás, em operação de combate a organizações criminosas.

Rota Bioceânica

Conforme já divulgado pelo Governo do Estado, a Rota Bioceânica é um corredor rodoviário que se estende por 2.396 quilômetros, integrando o Brasil, o Paraguai, a Argentina e o Chile.

Por esse corredor, estarão ligados municípios de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul, no Brasil, Salta e Jujuy, na Argentina, Alto Paraguai e Boquerón, no Paraguai, e Antofagasta, no Chile.

A proposta é que o corredor se torne uma alternativa competitiva de escoamento de produtos ao mercado asiático por meio do oceano Pacífico. Sobretudo, o Corredor deve proporcionar o desenvolvimento local nos quatro países.